Embora frequentemente associada a temas espirituais, identitários e afroreferenciados, Criola estrutura grande parte de seus murais por meio de geometrias sagradas, modulações simétricas e ornamentos estruturais. A artista utiliza a geometria como fundamento compositivo, articulando forma e simbolismo. Seus padrões, mandalas e estruturas matemáticas dialogam diretamente com a tradição da abstração geométrica, incorporando-a a uma cosmologia própria.