Vallauri é figura absolutamente seminal. Na virada dos anos 1970 para os 1980, introduziu o stencil no Brasil de maneira sistemática, trazendo iconografias pop e personagens lúdicos que reivindicavam, ao mesmo tempo, irreverência e ocupação simbólica da rua. Sua obra inaugura a dimensão afetiva do stencil paulistano — humor, crítica, teatralidade e cor.